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Após negociação frustrada, Gustavo Scarpa treina


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Depois da frustrada negociação com o Almería, da Espanha, que interrompeu a conversa com o Palmeiras, Gustavo Scarpa voltou a trabalhar ao lado do elenco na atividade desta quinta-feira (23), a primeira na Academia de Futebol depois da goleada por 4 a 0 sobre o Ituano, em Itu, pela rodada de abertura do Campeonato Paulista.

Já relacionado por Vanderlei Luxemburgo no jogo de quarta (22), Scarpa agora entra novamente no radar do treinador para brigar por um lugar no time titular. O camisa 14 participou de uma atividade intensa em campo reduzido e está novamente incorporado ao grupo.

Também na atividade, Matheus Fernandes segue aguardando a definição das questões burocráticas para deixar o Palmeiras e assinar com o Barcelona. O atleta só trabalhou para não perder o ritmo, depois de, assim como Scarpa, só trabalhar separado durante a semana.

Somente os reservas e Raphael Veiga, que atuou só por 45 minutos diante do Ituano, participaram da atividade de campo desta quinta-feira. Os titulares trabalharam na academia, em processo de recuperação física.

O Palmeiras volta a treinar na manhã desta sexta (24), na Academia de Futebol, quando Vanderlei Luxemburgo deve ensaiar a equipe titular para o clássico de domingo, às 16h, contra o São Paulo, em Araraquara. O Allianz Parque, casa palmeirense, segue fechado para a troca do gramado natural para o sintético.

BORJA E DEYVERSON

Os atacantes Borja e Deyverson trocaram no início deste ano a pressão no Palmeiras e as rotineiras vaias no Allianz Parque pela expectativa de se tornarem protagonistas nas novas equipes. No próximo fim de semana os dois vão estrear em jogos oficiais com o colombiano em campo pelo Junior Barranquilla e o ex-colega escalado pelo Getafe, Espanha. A diretoria alviverde estará atenta às partidas e torcerá pelo sucesso de ambos, até para conseguir vendê-los por um valor vantajoso.

Borja e Deyverson foram negociados por empréstimo com opções de compra definidas. Os dois chegaram ao Palmeiras em 2017 e custaram juntos R$ 62,5 milhões, pagos pela Crefisa. Após serem colegas por quase três anos e se revezarem tanto no posto de titular como no papel de alvo das críticas da torcida, os atacantes se apresentaram às novas equipes com status de reforço de peso.

 

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