A necessidade da transformação digital tem fomentado grandes mudanças nos ambientes corporativos. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem 19 tendências para o cenário do trabalho, sendo nove delas as que envolvem a tecnologia de forma direta, corroborando as necessidades dessas transformações.
Dentre elas, o uso de dispositivos móveis e softwares internos para gestão e comunicação entre as equipes se faz presente, bem como o uso da Internet para autoatendimento e aprendizado. Além disso, nossa caminhada para a Indústria 4.0 exige que trabalhos repetitivos sejam substituídos por sistemas e máquinas inteligentes, cabendo aos humanos os trabalhos de cunho intelectual e criativo. Logo, o grau de qualificação será ainda maior, o que também está em congruência com as tendências do ambiente de trabalho.
Devemos levar em consideração também as mudanças culturais a partir da integração tecnológica e do ganho de poder aquisitivo da Geração Z e sua chegada ao mercado de trabalho. Esse grupo já nasceu num mundo conectado, o que faz com que as empresas se adaptem para atender as demandas desse novo público netizens, seja para oferecer produtos ou ambiente de trabalho favorável.
Estar em conformidade com a Geração Z significa garantir sobrevivência e espaço no mercado durante as próximas décadas, além das melhorias e inovações para as empresas. Portanto, não adaptar-se à transformação digital é sinônimo de ficar parado no tempo, pois é inevitável a atualização dos planos de negócio e da digitalização das atividades que, por sua vez, tendem a estarem integradas à uma só plataforma.
Logo, o crescimento do TI é inevitável. Somente no Brasil, há uma demanda de 420 mil profissionais da área entre 2018-2024, segundo a Brasscom. Novos pólos de desenvolvimento tecnológico estão em desenvolvimento no País. Nessa perspectiva, as organizações precisam estar atentas às principais áreas de TI e integrá-las em seus cotidianos.