Polícia

Acusada de matar homem e levar móveis de casa é presa

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), esclareceu o assassinato de um homem que foi encontrado dentro de sua casa na última quinta-feira (23), no bairro Nobuji Nagasawa, em Bauru. Na ocasião, conforme o JC noticiou, o corpo do mototaxista Amauri Arruda dos Santos, 47 anos, foi achado, já em estado de decomposição, enrolado em uma lona. De acordo com as investigações, a autora vivia amasiada com a vítima.

A transexual F.C.S. (somente as iniciais foram divulgadas pela polícia) foi presa e confessou o crime.

Segundo a DIG, após a morte de Amauri, a suspeita providenciou a retirada de todos os móveis e utensílios da residência, mudando-se para a cidade de Duartina.

Nesta segunda-feira (27), testemunhas foram ouvidas pela Polícia Civil e elas reconheceram fotograficamente a pessoa que providenciou a mudança, sendo, então, representado pela decretação da Prisão Temporária

Após ser detida na cidade vizinha, a acusada informou que matou o companheiro após um desentendimento, informa a DIG. Ela afirmou que a vítima, de posse de uma faca, teria tentado golpeá-la, momento em que conseguiu pegar a arma branca das mãos do mototaxista e desferiu os golpes que provocaram a morte dele.

A acusada, inclusive, tem ferimentos nas mãos, provavelmente provocados por objeto cortante.

Ainda segundo a Polícia Civil, após cumprimento de mandado de prisão, F.C.S. foi encaminhada à Cadeia de Pirajuí. O corpo de Amauri Santos foi enterrado na sexta-feira (24), no Cemitério da Saudade.

O CRIME

De acordo com o boletim de ocorrência (BO), o corpo do mototaxista foi encontrado, por volta das 18h20 do dia 23, por familiares, que conseguiram ingressar com uma chave reserva no imóvel, situado na rua Virgínia Degasperi Pereira. Eles contaram que a vítima estava desaparecida desde o dia 17 de janeiro deste ano.

Quando entraram no imóvel, a casa estava vazia e, em um dos quartos, foi localizado o corpo em decomposição enrolado em uma lona azul, em meio a papéis e objetos queimados.

Além de esclareceu o homicídio, a DIG informou também que houve uma tentativa mal sucedida de incendiar o cadáver.

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