Regional

Botucatu amplia 'Vizinhança Solidária'

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Botucatu - A Polícia Militar (PM) está ampliando o "Vizinhança Solidária" em Botucatu (100 quilômetros de Bauru). Quatro bairros do município já aderiram à iniciativa e, nos próximos dias, serão realizadas reuniões com moradores para a implantação do programa em outras duas regiões.

O "Vizinhança Solidária" foi criado pela PM em 2009 com objetivo de aproximar a comunidade da corporação por meio da realização de reuniões periódicas entre vizinhos, com participação de representantes da polícia, para discutir ações de segurança, sobretudo as de prevenção primária.

"O programa consiste em resgatar o entrosamento entre os moradores de uma mesma rua ou área com o objetivo de estabelecer vínculo solidário como ferramenta para facilitar o policiamento preventivo, redução da criminalidade local e busca de soluções adequadas para problemas relativos à segurança dos moradores", explica a PM.

Em Botucatu, ele já está em operação no bairro rural de Anhumas, no Central Park, na Vila dos Lavradores (Comerciantes) e no bairro rural Rio Bonito. Nesta sexta-feira (31), será realizada reunião com moradores do Condomínio Aldeia da Serra para o início da "Vizinhança Solidária".

No próximo dia 4, segundo a PM, o programa será implantado junto a comerciantes da avenida Dom Lúcio e rua Amando de Barros. "O Programa Vizinhança Solidária está sendo implantado em toda a área do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior, que congrega 13 municípios", diz.

COMO FUNCIONA

O programa "Vizinhança Solidária" pode ser implantado em qualquer cidade e bairro do Estado, é gratuito e prevê, entre outras ações, o treinamento de zeladores e porteiros, a verificação de pontos vulneráveis nas edificações e a divulgação mensal de materiais de campanha com dicas de segurança.

Por meio dele, vizinhos se encontram periodicamente para discutir ações coletivas relacionadas à segurança, compartilham dados de contatos para troca de informações e, em casos de emergência, acionam a PM. "É recomendada a criação de grupo de WhatsApp para facilitar a comunicação", diz a PM.

Cada rua ou área deve ter um tutor, que é a pessoa responsável pela organização do programa no local. O tutor coordena o grupo de WhatsApp do qual fazem parte os síndicos e moradores participantes, além de um policial da Companhia da PM responsável pelo policiamento naquela região.

 

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