Regional

Mulher denuncia invasão de casa e tentativa de estupro em Ibitinga

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Ibitinga - Uma jovem usou as redes sociais nesta terça-feira (28) para denunciar que foi vítima de tentativa de estupro e agressões dentro de sua própria residência, durante a madrugada, na Vila Santa Tereza, região central de Ibitinga (90 quilômetros de Bauru). Ela conseguiu sair correndo e gritar por socorro e o suspeito acabou fugindo. O caso é investigado.

A mulher, que terá identidade preservada pela reportagem, contou que estava vendo TV no quarto quando, por volta da 1h20, um desconhecido pulou o muro de sua casa e entrou pela porta da cozinha, que estava só encostada.

A vítima alega que o homem pulou sobre ela na cama, colocou a coleira do seu cachorro em volta do seu pescoço, tapou a sua boca e pediu para que ficasse quieta, dizendo que já a havia visto na rua e que queria "ficar" com ela.

"Nisso começou toda a minha luta para conseguir fugir, o que deu certo depois de minutos de terror e tortura. Consegui escapar e correr pra rua gritando por socorro e o indivíduo conseguiu fugir, pulando meu muro", postou.

"Ainda tentei correr atrás dele gritando pela rua, mas senti medo de continuar. Consegui apenas identificar a cor da pele e estatura". Segundo ela, ele era forte e de cor parda. "Foi a pior coisa que vivi em toda minha vida", descreveu.

"Graças a Deus ele não conseguiu nem tirar minha roupa (ainda estava com roupa de ginástica, bem difícil de tirar), nem cometer o ato. Não sei como eu consegui fugir, pois era fato o que ia acontecer ali. Foi Deus me encorajando".

A jovem disse que decidiu expor o caso para que outras mulheres não passem pelo que ela passou. "Façam aulas de defesa pessoal, pois na hora é o que resta: sua força corporal", declarou. "Fechem a casa toda, até janelas com grade, tudo! Observe quem te olha na rua, ande com cuidado. Vigie e ore".

Além de registrar Boletim de Ocorrência (BO), ela contou que realizou exame de corpo de delito na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do município. O JC entrou em contato com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), mas foi informada de que nenhuma informação poderia ser passada pelo fato de casos de violência sexual serem sigilosos.

 

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