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Paixão por games reúne várias gerações

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 2 min

Em meio às marcas consagradas de videogames, como Xbox, Wii, Nintendo Switch e PlayStation, estavam crianças, adultos e até idosos. Neste sábado (8), várias gerações se reuniram durante a abertura do Museu do Videogame Itinerante, que ficará instalado no Bauru Shopping até o próximo dia 25 de fevereiro.

Lá, o professor universitário Wendell Pinheiro, de 43 anos, jogava River Rade, o mesmo game que o alegrava em 1982, quando tinha somente 6 anos de idade. "Fazia uma década que não chegava perto de um videogame", confessa.

De acordo com ele, os jogos modernos até são interessantes, mas bastante complicados. "Não tenho mais paciência nem coordenação. Além disso, com o passar do tempo, você envelhece e assume outras responsabilidades, como o trabalho e a família. Os jogos eletrônicos ficam mesmo de lado", acrescenta.

Já a dona de casa Simone Coutinho, de 46 anos, começou a se interessar pelos games por causa dos seus dois filhos. "Quando eles eram menores, eu os ajudava a passar as fases", completa.

Ainda segundo ela, os jogos eletrônicos não fizeram parte da sua infância. "Na época, a nossa vida era mais livre, nós não parávamos em casa. Com os meus filhos, comecei a jogar PlayStation 2 e peguei gosto", conta ela.

COSPLAY

O estudante Arthur Cardoso Andalafth Egídio, de 14 anos, estava vestido de Harry Potter. "Gosto do personagem desde a infância. Aos 9 anos, decidi fazer cosplay em uma festa à fantasia. Não parei mais", revela.

O garoto também curte outros games, como GTA. "Estes jogos me deixam mais feliz, porque consigo me encontrar com as pessoas de quem gosto", observa.

Falando em reunião, três gerações da família da auxiliar administrativa Talita Cristina Bueno, de 33 anos, passaram pelo Museu do Videogame Itinerante: ela, o filho e a mãe, a aposentada Antônia Rigo Bueno, de 75.

De acordo com Talita, o universo dos games nunca a interessou muito, mas acompanha as novidades por causa do filho. "Quando tinha 15 anos, eu jogava Super Mario. Os videogames de hoje são mais complicados", avalia.

 

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