A ressonância magnética já é um exame bastante utilizado e bem conhecido por boa parte dos pacientes. Nem todo mundo sabe, porém, que o teste também se aplica para diagnósticos cardíacos.
De acordo com o cardiologista Alexandre Volney Villa, que se especializou em ecocardiografia, a ressonância consiste em uma das mais completas avaliações cardíacas. "Para muitas doenças, ela é o padrão ouro, ou seja, o exame de referência para o diagnóstico", explica.
A RMC gera imagens de alta definição, fato que facilita o diagnóstico de doenças cardíacas complexas, como as anomalias congênitas. Ela também é indicada para a identificação de tumores e alterações dos vasos sanguíneos responsáveis por irrigar o coração.
No Centro de Diagnóstico Unimed (CDU), em Bauru, os pacientes podem fazer o exame em um dos aparelhos mais modernos da América Latina, chamado Magnetom Vida.
O equipamento proporciona mais agilidade e precisão nos diagnósticos. Além disso, ele se adapta às necessidades dos pacientes, minimizando as diferenças e as dificuldades fisiológicas do dia a dia.
O aparelho possui alta potência de campo magnético, de 3 tesla, aliada à maior abertura disponível no segmento (70 centímetros) e às mais modernas técnicas de formação e aceleração de imagem.