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Chuva e mato elevam riscos de pinguela

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 1 min

Em meio ao mato alto, mal dá para enxergar a pinguela que liga a Pousada da Esperança 2 e o Jardim Helena, em Bauru. O problema envolvendo a vegetação se intensifica sempre que chove forte, como ocorreu na semana anterior. Inclusive, tal precipitação fez com que parte da ponte também caísse, colocando em risco a integridade física dos seus usuários. Questionado, o município ficou de vistoriar o local.

Morador do entorno, o motorista Rogério Carlos Corrêa Sardinha, de 42 anos, afirma que se mudou para a sua atual residência em julho do ano passado e, desde então, a pinguela precisa de uma revitalização.

De acordo com ele, vários vizinhos reclamam, mas não têm outra alternativa viável para atravessar de um bairro a outro. "Além de pedestres, motocicletas e bicicletas também fazem uso da passagem", revela.

Ainda segundo Rogério, muita gente sai da Pousada 2 rumo ao Jardim Helena para pegar o circular. "Já vi várias crianças passando pela pinguela. Algumas delas moram na Pousada, mas estudam do outro lado", acrescenta.

OUTRO LADO

Conforme a reportagem apurou, a ponte existe há mais de cinco anos e recebeu a última intervenção em 2015. Por ser de madeira, a passagem fica sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Sagra), independentemente de estar em zona rural ou urbana.

Caso a matéria-prima fosse metal ou concreto, a incumbência da sua manutenção seria da Secretaria Municipal de Obras. O uso de materiais do tipo, inclusive, aumentaria a vida útil da passagem. Porém, as obras custariam cerca de R$ 150 mil, dinheiro que a pasta não possui.

Em nota, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Bauru informa que o município pretende vistoriar o espaço, bem como capinar o seu entorno. No entanto, não estabeleceu qualquer prazo.

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