Economia & Negócios

Economia paulista cresce 2,8% em 2019


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Brasília - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta quarta-feira (19) que a reforma da Previdência do Estado vai garantir R$ 58 bilhões aos cofres públicos.

A proposta foi aprovada em primeiro turno na noite de terça-feira (18) na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). Como se trata de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), é preciso que se vote o texto em segundo turno, o que poderia acontecer ainda na noite de ontem.

BRASÍLIA

"Estamos otimistas. Provavelmente antes do Carnaval, já teremos, em segundo turno, a aprovação da reforma da Previdência. Ontem (anteontem) fizemos os votos necessários para sua aprovação rapidamente", disse Doria nesta quarta, após uma reunião em Brasília com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A reforma vai afetar 550 mil aposentados e pensionistas e mais 643 mil servidores da ativa, incluindo professores, policiais civis e agentes de segurança, entre outras categorias do funcionalismo público.

O governador de São Paulo está em Brasília desde terça-feira, quando jantou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nesta quarta, esteve com Alcolumbre discutindo reforma tributária, distribuição de recursos do pacto federativo e o novo marco legal do saneamento básico, que está em tramitação no Senado.

A economia paulista teve crescimento de 2,8% em seu Produto Interno Bruto (PIB), em 2019, segundo dados do Banco Central divulgados nessa segunda-feira (17). Com esse desempenho, o Estado teve expansão maior que o triplo da média nacional, que esteve em 0,9%.

O crescimento da economia paulista destacou-se em todos os setores. Na indústria, enquanto o Brasil recuou 1,1%, São Paulo cresceu 0,2%. Já o comércio estadual expandiu-se 2,4%, acima do 1,8% da média nacional. Para o setor de serviços, o crescimento foi de 3,3% em São Paulo, ante 1% nacional.

"Os números do Banco Central mostram que nosso trabalho tem apresentado ótimos resultados e vem sendo decisivo para a recuperação da economia brasileira", avaliou o Secretário de Fazenda Henrique Meirelles.

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