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Juíza determina manutenção da prisão preventiva de Ronaldinho


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A juíza Clara Ruiz Díaz determinou neste sábado (6) a manutenção da prisão preventiva de Ronaldinho Gaúcho e de Assis, seu irmão e empresário, pelo envolvimento em um caso de falsificação de documentos. Eles permanecerão detidos no complexo da Agrupação Especializada da Polícia Nacional do Paraguai, onde passaram a última noite em uma cela após pedido de detenção pela Procuradoria Geral.

A decisão foi tomada após a realização de audiência de custódia, para a qual os ex-jogadores chegaram algemados, sendo que o pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira utilizava uma camiseta para cobrir as mãos. E atende ao pedido do Ministério Público, temeroso do risco de fuga de Ronaldinho e Assis.

Os dois acusados passaram a noite presos na Agrupação Especializada da Polícia Nacional do Paraguai. A lei paraguaia estabelece um prazo máximo de seis meses para casos de prisão preventiva.

A defesa de Ronaldinho e seu irmão, acusados de uso de documentos falsos, apresentou um recurso contra a decisão do juiz Mirko Valinotti de não dar o "critério de oportunidade", que considera que eles foram enganados. O magistrado negou o pedido de saída processual por parte dos promotores. Além disso, os advogados alegaram que não respeitaram os dias úteis para que eles executem os procedimentos.

O promotor também solicitou a prisão da Dalia López, empresária paraguaia responsável pelo convite para Ronaldinho viajar ao Paraguai para a participação de eventos nesta semana. Antes, Wilmondes Sousa Lira, brasileiro de 45 anos, foi preso pela polícia pela acusação de ter fornecido os passaportes falsos aos ex-jogadores.

O caso se desdobra desde a noite de quarta-feira (4), quando o ex-jogador e seu irmão e empresário foram alvos de busca da polícia do Paraguai no quarto de hotel em que estavam pelo uso de uma identidade e um passaporte paraguaios, ambos falsos.

 

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