Certamente você já ouviu falar naquele ditado "Nós somos o que comemos e fazemos", correto? Por mais simplista que seja para entender, o seu significado é valioso na vida de nós, seres humanos. Recentemente, foi anunciado o falecimento de Cadu Cortez, de apenas 40 anos, jornalista e comentarista pelo DAZN, após sofrer um infarto fulminante ao pisar no Aeroporto de Guarulhos. Quem diria que, quando tudo está bem e estamos lá em cima, de repente "voltamos para cima", mas de uma outra forma?
A questão é que doenças cardíacas têm cada vez mais se tornado um problema em tempos modernos. Para a sociedade, é uma prescrição do seu destino. Para a ciência, é o famoso "estilo de vida" adotado por milhões e milhões de pessoas no mundo. Por mais que soe clichê o ato de se cuidar, ainda é - e será cada vez mais - um problema entre a população. Por que isso acontece? Em quatro palavras, uma razão: sedentarismo, estresse, alimentação e tabagismo (e derivados); a razão? A morte.
Vivemos em tempos em que o velocímetro vive colado no ponto mais alto. As coisas acontecem rápidas, instantâneas e cada vez mais fáceis de serem "conquistadas" e realizadas. A turbulência da tecnologia (ainda que eu seja um amante dessa) é um contribuinte. No entanto, o mundo irá evoluir, cabe a nós, enquanto autores de nossas próprias vidas, cuidar e zelar pelo que temos de mais sagrado. Caso contrário, o mundo irá nos engolir. Temos hora para fazer, entregar, chegar, acordar e dormir; Temos dinheiro para ganhar, contas para pagar, família para cuidar, trabalho para trabalhar. Neste meio tempo, esquecemos de cuidar daquilo que sustenta a mente responsável disso tudo: o nosso corpo. Responda a você mesmo: quanto tempo você tem dedicado para cuidar de si? Zelar por si mesmo não é sinal de frescura, nem viver se rotulando de absolutamente tudo. Mas é fazer um pouco mais que o mínimo. É preciso entender que só poderemos dar continuidade por aqui, se cuidarmos do físico e do mental.
Não há segredos. As recomendações? Levar a vida com leveza, se preocupar com os alimentos que consumimos, evitar estresses desnecessários, praticar coisas que te dão prazer, realizar atividades físicas de sua preferência, manter a calma para resolver os problemas. A calma é um dom que todos podem adquirir. Sendo assim, fica claro que não estamos aqui para escapar de um infarto apenas e sim para aproveitar por cada minuto que aqui estamos. Certo ou errado, vale a tentativa. Dê a volta no mundo antes que ele possa engolir você.