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Paraguai investiga participação em organização criminosa


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Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, estão sendo investigados neste momento por diversos órgãos no Paraguai. O objetivo de todos é comum: descobrir por qual razão os dois obtiveram passaportes falsos. A principal suspeita do Ministério Público é de que ambos possam fazer parte de um amplo esquema de adulteração de documentos com a finalidade de conseguir negócios ilegais no país. Há, inclusive, a desconfiança de que a trama envolveria lavagem de dinheiro.

O ponto de partida das investigações passa pelo Ministério do Interior do Paraguai, responsável pela Direção Geral de Imigração, setor que cuida da entrada e saída de estrangeiros do país. Por isso, uma equipe da Secretaria Nacional Anticorrupção foi instalada dentro do ministério. A previsão é de que a investigação na pasta durará ao menos 60 dias.

Diante da repercussão internacional do caso, a promessa das autoridades paraguaias é "colocar a casa em ordem" e tratar a prisão de Ronaldinho como uma questão de segurança nacional. Considerada peça-chave do esquema, a empresária Dalia Angélica López Troche teve a sua prisão decretada, mas está foragida.

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