Tribuna do Leitor

Resta-nos orar

Luiz Lúcio Forti
| Tempo de leitura: 2 min

A grande maioria do povo brasileiro tem muito respeito e devoção à Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Conta a história que em outubro de 1717, pescadores no Rio Paraíba passavam a rede e não apareciam peixes. Porém, em uma das passadas da rede, veio parte de uma imagem, corpo sem cabeça. Em outra redada, foi colhida a cabeça da imagem.

Após isso, a pesca foi abundante e cheia de peixes, enchendo o barco. A história revela que Nossa Senhora Aparecida, que tem nome de Aparecida pelo fato em si da aparição, foi coroada em 1904. Em 16 de junho de 1930, foi declarada Rainha do Brasil.

Continuando a história, em 16 de maio de 1978, num ato inimaginável, um jovem transtornado avançou sobre o altar pegando a imagem e atirou-a ao chão, quebrando em mais de 200 pedaços.

Juntaram os pedaços e levaram até o Museu de Artes de São Paulo (Masp) e a artista plástica Maria Helena Chartuni em 33 dias fez o restauro completo da imagem, sendo após reconduzida à cidade de Aparecida do Norte, em ato solene.

Ao vermos, pela Internet, a imagem quebrada, em mais de 200 pedaços, nota-se que quase todo o corpo pouco sofreu, e as mãos não foram atingidas na posição de mãos postas.

Com a ocorrência atual da terrível doença coronavírus, que está ceifando vidas no Brasil e no Mundo, a imagem de Nossa Senhora Aparecida, com suas mãos postas, nos faz um convite para refletirmos e orarmos, mesmo os não católicos, pedindo a Deus por intercessão da nossa Rainha, que esse mal seja afastado dos seres humanos de todo Mundo e que ajude a ciência a indicar, o mais rápido possível, remédio para combater o vírus e a descoberta de vacina, a fim de que aconteça a volta da normalidade das pessoas e que a economia não seja por demais afetada.

Oremos!

 

Comentários

Comentários