Tribuna do Leitor

Meu conterrâneo Vitor Oshiro

José Eduardo Xavier
| Tempo de leitura: 1 min

Acompanho sempre o Jornal da Cidade na versão digital e tenho o imenso prazer de ver as crônicas do meu conterrâneo Vitor Oshiro, lá da minha terrinha amada Pirajuí. Por anos moramos perto, coisa de 3 quarteirões. Conheço seu pai, da Escola Industrial. Ele só lembro vagamente quando pequeno, não temos intimidade, mas o admiro pelas suas belas palavras.

Foi assim no dia 12 de dezembro de 2019, eu na espera de uma sala de um hospital, aguardando ser chamado para cirurgia de hernia inguinal bilateral, onde tive o prazer de ler sobre a Fernanda de Pirajuí, e esta semana não foi diferente sobre o assassinato cruel de Antônio. Bárbaro, estupendo!

Sou profissional de saúde em Bauru desde 1998, hoje trabalhando na Prefeitura Municipal, em um núcleo de saúde, no período matutino e no período da tarde no renomado Instituto Lauro de Souza Lima. Funcionário da enfermagem, vi que as sábias palavras de meu conterrâneo, que fez um breve apanhado da situação dos populares, nesse momento de crise epidêmica, onde só seu umbigo que é visto, não o do próximo, na saúde.

Infelizmente somos vários Antônios e vemos de perto munícipes nem aí com os 'Antônios das Saúde', mas preocupados só com o seu eu, com suas máscaras que deveriam ser para nós, os Antônios, a desfilar em seus carros, nas ruas de Bauru, achando que são imunes, e os Antônios da Saúde, esses que se lasquem..

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