Economia & Negócios

Governo não tem plano para ampliar o auxílio

FolhaPress
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O governo ainda não definiu se o número de parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 pago a informais poderá ser ampliado, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. O programa, aprovado pelo Congresso para minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre parcela vulnerável da população, prevê o repasse de três parcelas aos beneficiários habilitados.

O secretário ressaltou que o custo gerado pelos programas emergenciais será arcado pelo contribuinte. "Não está desenhado se haverá um aumento de uma nova parcela, não é esse o ponto. Estamos analisando todos os itens, vendo critérios de efetividade e o impacto sobre as contas públicas, impacto de um custo que a sociedade vai arcar, é o contribuinte que arca com esse recurso", afirmou.

Após a aprovação da medida pelo Congresso, o governo previu que o programa alcançaria 54 milhões de pessoas, a um custo de R$ 98 bilhões aos cofres públicos.

Com a ampliação do número de cadastrados, as estimativas foram revistas e o benefício deve chegar a 70 milhões de pessoas.

Neste sábado, Caixa informou que 50,2 milhões de pessoas já se cadastraram. O aplicativo do auxílio já teve 74,3 milhões de downloads.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o pagamento pelo aplicativo Caixa Tem foi seis vezes maior neste sábado que no pagamento anterior do benefício, na última terça-feira (leia mais acima).

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