Articulistas

'Cala a boca já morreu'

Evandro Dias Joaquim, Thiago Azevedo, e Jorge Moura
| Tempo de leitura: 1 min

"No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho."

"E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre."

"Informo que o meu 2º teste para Covid-19 deu Negativo."

"Talvez eu tenha pego esse vírus no passado e nem senti."

"Vai passar. Desculpa aqui. É como uma gravidez, um dia vai nascer a criança."

"Eu não sou coveiro, tá?."

"O erro da ditadura foi torturar e não matar." "O grande erro da ditadura foi não matar vagabundos e canalhas como Fernando Henrique."

"Não vou estuprar você porque você não merece."

"Eu tenho 5 filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher." "Você olha que as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos. Eu sou uma exceção à regra, tenho cinco, tá certo? Mas como regra, é isso."

"Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não come bem. Aí eu concordo. Agora, passar fome, não. Você não vê gente pobre pelas ruas com físico esquelético como a gente vê em alguns outros países por aí pelo mundo."

"O Judas, que hoje deporá, interferiu para que não se investigasse?"

"O Brasil é uma virgem que todo tarado de fora quer."

"Cala a boca!"

O ator Lima Duarte, em mensagem gravada em homenagem ao colega Flavio Migliaccio, citou, no final de sua fala, a frase: "Os que lavam as mãos, o fazem numa bacia de sangue." (Bertolt Brecht, em "Os Fuzis da Senhora Carrar"). Iremos nos calar, lavaremos as nossas?

 

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