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Sincomércio aponta que não há casos de Covid em funcionários de mercados

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 2 min

Serviços considerados essenciais, os supermercados permanecem atendendo ao público em meio à quarentena. Para entender os impactos da pandemia neste setor, o Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio) de Bauru e Região realizou um levantamento entre os dias 11 e 12 de maio deste ano. Segundo a entidade, a análise apontou que nenhum dos 5.003 trabalhadores ligados a 26 lojas do tipo, em Bauru, relatou qualquer sintoma do novo coronavírus.

O universo pesquisado pela entidade incluiu nove empresas do segmento, que têm 26 unidades espalhadas pelo município. O sindicato entrou em contato com grandes redes, lojas individuais e até um atacarejo.

Segundo o Sincomércio, a pesquisa visou verificar os efeitos da chamada contaminação horizontal neste universo, cujos colaboradores estabelecem contato, diariamente, com milhares de consumidores.

Do total de 5.003 funcionários, 4.672 atuam de forma presencial. Outros 83 estão em home office e 248 foram afastados, porque pertencem ao grupo de risco da Covid-19.

Conforme o JC apurou, o levantamento do Sincomércio levou em consideração as queixas envolvendo eventuais sintomas da doença. As empresas consultadas não realizaram testes em massa para se certificarem de que alguém, de fato, chegou a ser contaminado pelo vírus.

PROTOCOLOS

Ainda de acordo com o Sincomércio, os supermercados seguem os protocolos previstos em todos os decretos municipais. O primeiro deles, publicado em 21 de março deste ano, exigiu a manutenção da distância mínima de 1,5 metro entre as pessoas e a disponibilização de álcool em gel.

A segunda regra, que entrou em vigor a partir de 24 de março, determinou a aferição da temperatura dos colaboradores antes e depois da jornada para as empresas acima de 50 trabalhadores. A lei pediu, também, que os estabelecimentos evitassem aglomerações e promovessem a orientação do público.

Outro decreto, publicado em 7 de abril, exigiu que os supermercados implementassem elementos de obstrução dos caixas, como a instalação de placas de acrílico.

Por fim, a última regra, datada de 22 de abril, obrigou o uso de máscaras e restringiu a entrada de 1 cliente para cada 12,5 metros quadrados de área útil de compras.

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