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MP apura lotação em circulares

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 1 min

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), através da 3.ª Promotoria de Justiça de Bauru, instaurou, na última quinta-feira (14), um inquérito civil para apurar a lotação do transporte público coletivo da cidade. A preocupação é por conta da transmissão do novo coronavírus nos circulares.

A portaria, assinada pelo promotor Henrique Ribeiro Varonez, traz como investigados a Prefeitura de Bauru, a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb), a Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Bauru (Transurb), o Transporte Coletivo Grande Bauru Ltda. e os Transportes Coletivos Cidade Sem Limites.

De acordo com o documento, Varonez considera fundamental a apuração quanto à eficácia do serviço, em meio ao atual estado de calamidade pública, "diante das notícias de lotação nos coletivos e do plano especial divulgado pela Transurb, consolidado na 'Tabela horária especial Covid', que diminuiu a circulação de ônibus".

A portaria pede, ainda, que os investigados sejam oficiados e, dentro de 15 dias, prestem as informações que entenderem necessárias. O MP solicita, principalmente, esclarecimentos sobre a existência de grande ocupação de pessoas nas linhas, indicando os seus horários e as providências tomadas para a solução do problema.

OUTRO LADO

Questionada, a assessoria de imprensa da Emdurb, empresa pública da Prefeitura de Bauru, informa que recebeu uma notificação nesta sexta-feira (15), formalizou o processo e o encaminhou à diretoria responsável, que deverá se manifestar até o final do prazo.

Por meio da assessoria de comunicação, a Transurb afirma que as concessionárias do transporte público coletivo de Bauru prestarão todas as informações solicitadas.

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