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Estado de SP tem novo recorde de mortes por coronavírus em um dia

FolhaPress
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Se na capital, a administração municipal tem sustentado que São Paulo  vem tendo estabilização de casos, o mesmo não ocorre em todo o Estado.

A administração municipal cita diminuição em indicadores como o de ocupação de UTI, que chegou a 63%, após já ter ultrapassado 90%, além da diminuição de pedidos de internação no setor intensivo.

Só que o Estado de São Paulo registrou 334 mortes causadas por coronavírus nas últimas 24 horas, o maior número em um dia desde o começo da pandemia, segundo dados divulgados nesta terça-feira (9).

O último recorde havia sido de 327, batido na última terça (2). O número total de óbitos é de 9.522.

Segundo os dados apresentados pela Secretaria da Saúde, São Paulo também registrou 5.545 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, totalizando 150.138.

"Estamos passando por um crescimento de baixa velocidade. É duro e difícil falar isso em relação a óbitos, mas falando de cenários, do nosso trabalho e do que temos feito, é assim que temos que estudar, analisar e concluir", disse José Henrique Germann, secretário de saúde, durante a entrevista coletiva.

Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico, afirmou que, até o final de junho, o Estado estima evitar 90 mil mortes e 1,5 milhão de casos de coronavírus. São Paulo também deve chegar a 30 mil testes por dia.

RESPIRADORES

Nesta terça, o Estado também distribuiu 122 novos respiradores a municípios com taxas de ocupação de leitos acima de 80%, segundo a secretaria.

A administração municipal tem sustentado que a capital vem tendo estabilização de casos. Para isso, cita diminuição em indicadores como o de ocupação de UTI, que chegou a 63%, após já ter ultrapassado 90%, além da diminuição de pedidos de internação no setor intensivo.

RIO

As regras de flexibilização do isolamento instituídas pelo governo do Estado do Rio e pela prefeitura da capital voltaram a valer na tarde desta terça-feira (9), após uma liminar que suspendia a flexibilização ser cassada. O TJ-Rio entende que a competência é da prefeitura para decidir o que pode ou não abrir na cidade.

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