O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (12) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 828.810 casos confirmados da doença, e 41.828 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 365.063. O número difere pouco do levantamento feito pelo consórcio de veículos de comunicação no país que aponta 41.901 mortes por Covid-19.
Nas últimas 24 horas, o Ministério registrou mais 25.982 casos da doença e 909 novas mortes.
Entre a unidades da federação com o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, o estado de São Paulo registrou 167,9 mil casos confirmados e 10.368 óbitos. Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 77.784 e 7.417 mortes. Em seguida estão Ceará (75.705 casos e 4.788 mortes) e Pará (66.328 casos e 4.132 mortes).
De acordo com o Ministério da Saúde, 412.919 casos estão em acompanhamento e 4.033 óbitos em investigação.
SÃO PAULO
Com mais 5.380 casos confirmados do novo coronavírus contabilizados nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma 167.900 casos confirmados. Entre as pessoas que foram diagnosticadas com covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus], 31.192 ficaram internadas, receberam alta e estão curadas.
A faixa etária que mais concentra casos confirmados é a de 30 a 39 anos (41.206), seguida pela faixa de 40 a 49 (37.654).
OCUPAÇÃO DE LEITOS
Dos 645 municípios do estado paulista, 303 registram ao menos um óbito por covid-19. A maior parte dos pacientes que morreram por coronavírus tinham 60 anos ou mais, totalizando 73,5% dos óbitos.
Nesta sexta-feira, a taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) está em 76,5% na Grande São Paulo e em 69,1% em todo o estado. Há 14.056 pacientes internados no estado por suspeita ou confirmação de coronavírus, sendo 5.499 em UTIs.
TUMULTO NO RIO
Um grupo provocou tumulto no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento da covid-19 no Rio de Janeiro, na manhã de hoje (12). Segundo a prefeitura carioca, a confusão foi causada por cinco pessoas de uma mesma família depois da morte de uma mulher de 56 anos, vítima da doença, no local.
Segundo a prefeitura, a mulher era parente dos envolvidos no tumulto, e o grupo quebrou placas de sinalização e causou danos ao hospital.
Ainda de acordo com a prefeitura, guardas municipais, vigilantes e outros funcionários do Ronaldo Gazolla ajudaram a contornar a situação. Uma mulher envolvida no tumulto precisou ser medicada para se acalmar. A prefeitura informou que ninguém morreu durante o tumulto.