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Covas prevê reabertura em 6 de julho se índices não aumentarem

Estadão Conteúdo
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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), voltou a declarar neste sábado (27), que aguardará mais uma semana para adotar a fase 3 (amarela) do Plano São Paulo, que permite a reabertura de salões de beleza, barbearias, bares e restaurantes, dentre outras medidas. A Capital paulista poderia aderir à flexibilização nesta segunda (29), conforme anunciado pelo Governo do Estado na sexta-feira, 26.

O documento libera o início de treinamentos e outras atividades em clubes esportivos e sociais e no Centro de Treinamento Paralímpico. Além disso, na área de tecnologia, prevê uma série de regramentos para a retomada, como distância de 1,5 metro entre estações de trabalho, dentre outros.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), também foi firmado o compromisso de reduzir em 80% a permanência de clientes em escritórios enquanto a cidade estiver na fase 2 (laranja), de 60% na fase 3 (amarela) e de 40% na fase verde.

Embora a gestão municipal cogite a flexibilização, um decreto municipal publicado no Diário Oficial deste sábado amplia a suspensão do atendimento presencial em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços até 14 de julho. A medida está em vigor desde 23 de março.

O decreto permite a manutenção de atividades internas, tais como serviços de entrega (delivery) e "take away" (para levar, sem consumo local). Além disso, ele não abarca estabelecimentos considerados essenciais, como supermercados e farmácias, dentre outros.

Na fase amarela, os setores reabertos deverão seguir uma série de normas. Nos salões de beleza, por exemplo, será necessário manter uma distância mínima de dois metros entre as estações de trabalho e fazer agendamento prévio, dentre outras exigências.

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