Saladas são importantes para uma alimentação saudável o ano inteiro, já que são ricas em fibras, vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento do organismo. Porém, não se pode negar que, durante os meses mais quentes, parece mais saboroso consumir pratos frios, com ingredientes frescos. Por isso, na coluna de hoje falaremos de um clássico da cozinha fria.
A salada caesar ou salada à césar se popularizou nos Estados Unidos a partir da década de 1930 e hoje é mundialmente famosa, presente em menus de casas de diversos tipos de comida, inclusive no Brasil.
A receita que ganhou notoriedade entre os norte-americanos, porém, foi criada no México. Ou essa é a história mais bem aceita da origem desta salada. Reza a lenda que o restaurateur ítalo-americano Caesar Cardini inventou o prato na cidade de Tijuana, em 1924, época da Lei Seca nos Estados Unidos. O lugar era destino turístico, e a salada teria nascido em uma comemoração de 4 de julho (dia em que é celebrada a independência dos EUA), quando Cardini misturou uma porção de ingredientes que tinha e serviu aos amigos. O prato fez sucesso e pegou.
Tradicionalmente, a salada caesar leva alface romana, e não americana. O sabor da primeira é mais pronunciado e fica melhor com o molho pungente da preparação, que leva anchovas em conserva (ingrediente que não estava na primeira versão de Cardini e teria sido introduzido por seu irmão, dois anos mais tarde). Embora pareça estranho, as anchovas são parte essencial desta receita. Já a adição do frango grelhado, apesar de bastante popular, não é original. Mas combina muito bem e dá à salada uma sustância que a transforma em prato principal - ou seja, não é preciso comer nada quente. Perfeito para o verão! Vamos para a cozinha? Até a próxima!