Diretor-executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan durante a entrevista coletiva, lembrou que há seis candidatas já na fase 3, sendo três da China, uma da AstraZeneca em parceria com a Universidade Oxford, outra da Moderna e a última, da Pfizer, mas também notou que não necessariamente uma delas será bem-sucedida.
"A fase 3 não significa quase lá. Significa que é a primeira vez que a vacina será aplicada na população em geral, em indivíduos saudáveis, para ver se ela os protegerá", detalhou Ryan. "Todos os estudos têm sido sobre segurança, imunidade", entre outros pontos. "Agora, é uma corrida para a vacina comprovar que é eficaz em um grande número de pessoas ao longo do tempo."