Política

Juiz nega divulgação de dados telefônicos de assessores

FolhaPress
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Rio de Janeiro - O juiz Elder Luciano negou a quebra de sigilo telefônico e de e-mail dos três assessores do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na apuração sobre o suposto vazamento de informações sobre investigações que citavam a movimentação financeira de Fabrício Queiroz.

Em sua decisão, de terça-feira (11), o magistrado apontou o que considera fragilidades no relato do empresário Paulo Marinho, ex-aliado e suplente de Flávio, que motivou a abertura da investigação. Luciano afirmou ainda que é necessário dados mais robustos para quebra o sigilo de pessoas que ele considera testemunhas de um suposto crime.

O procurador Eduardo Benones havia solicitado a quebra de sigilo telefônico e telemático. Os três, segundo Marinho, foram os responsáveis por encontrar o delegado da Polícia Federal na Superintendência do Rio de Janeiro para receber a informação sobre a investigação sigilosa.

O objetivo do procurador era confirmar se o encontro de fato havia ocorrido. Dois negaram o fato e um deles afirmou que não poderia responder as perguntas por sigilo profissional de advogado.

Na decisão, o magistrado decidiu alterar o status jurídico dos três assessores de Flávio de investigados para testemunhas. Luciano entendeu que não há crime na atuação deles como relatada por Marinho.

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