Bom dia, queridos leitores.
Leio tudo que posso e me interessa, assim fico com muitas impressões sobre a doença em que o Humano é o seu vetor. Se fossem galinhas e frangos, estariam já mortos para nos proteger, se fossem porcos seriam exterminados e se fossem vacas, bois e touros, idem.
Porém, são humanos, do alto da pirâmide hierárquica animal, que agora são os responsáveis pela disseminação dessa doença, o vetor. Porém, essa espécie, apesar de gostar de viver em comunidade, ao receber comandos, regras gerais que os comande a agir de forma igual, agem de forma individualizada, expondo uns aos outros como se obedecessem ao vírus e não ao próprio instinto de sobrevivência.
Interessante demonstrar que esses individualistas pregam a disseminação do vírus para que assim haja uma imunização de rebanho. Vejam que aqui utilizamos um substantivo nunca utilizado em referência ao ditos "humanos" e que utilizamos em geral para indicar animais que consumimos e que vivem arrebanhados.
E assim lemos diariamente; morreu, mas era velho, tinha comorbidades, e a pergunta que fica é: quem levou a eles esse vírus? Devem ter sido jovens e/ou pessoas saudáveis que circulam sem proteção ou com cuidados reduzidos, pois velhos possuem poucos contatos e não circulam por grandes áreas.
Estamos perdendo nossos idosos de forma covarde, estamos tirando os avós, da vida dos nossos filhos de forma antecipada, deixando nossos netos órfãos dos seus carinhos. Depois deles, os saudáveis, pelo grau de contaminação em massa, também passarão a partir antes de verem seus filhos trazerem seus netos.
Como é duro controlar o povo, como é difícil implantar uma regra geral. A cidade de Ribeirão Preto estava muito bem com relação ao número de casos até começar a sofrer pressões e mais pressões.
A doença explodiu em Ribeirão Preto. Só não é uma calamidade, pois é uma cidade que possui muitos hospitais e universidades com cursos médicos, porém, já envia seus doentes para a cidade de Américo Brasilense e outras.
Não façamos em Bauru uma calamidade simplesmente por falta de entendimento (hospitais já se encontram lotados) quanto ao afastamento social temporário. Ele é temporário, vai passar. Não troquemos mais 15 por... quem sabe o quanto!