Estejam certos de que que este não é mais um comentário sobre a pandemia, já tão comentada. Mas se trata de uma pequena reflexão de minha parte. Nestes tempos de quarentena forçada, estando "guardados" em nossas casas e privados do convívio social, comecei a refletir sobre alguns assuntos, por isso estou numerando minhas reflexões em nome da Covid, sendo esta a primeira. Então... Na quarentena forçada, estamos sendo obrigados a manter o distanciamento social, a usar máscaras, a lavar as mãos (como se não fosse no mínimo uma situação higiênica sempre), a não tocar, a usar álcool em gel a 70%. Mas se somos seres sociais, como manter a distância?
Depois, neste novo tempo, e novo normal, tenho visto pessoas se justificando cada vez mais de ser distantes da emoção de ser humano, de sentir, de amar, de respeitar, de argumentar, pois, afinal, somos seres de palavras.
Me proponha a iniciar uma pequena troca de palavras com meus irmãos humanos sobre o Materialismo x Espiritualismo.
Cada vez mais vejo seres humanos buscando a prosperidade material, não que ser próspero seja algo ruim e detestável, longe disso, mas acima de tudo não tão desejável. Vemos hoje pessoas indo às igrejas buscando o toma lá, dá cá com Deus, buscando as bênçãos imediatas, buscando a visibilidade pelas redes sociais, ser influencer, ter antes de dar, conquistar antes de doar, a humilhação, julgar antes de escutar os dois lados.
Que tal conhecer o outro lado? Não custa nada ajudar a quem precisa, mas como? Um pensamento de felicidade para seu próximo, uma oração para quem necessita, boas palavras, um agradecimento, uma caridade, sendo que a caridade começa na sua casa, seus filhos, sua família, seus irmãos, sorria com os olhos pois estamos usando máscaras, ampare a quem precisa, pergunte em que posso ajudar? Usar a tecnologia para estar, antes de saber, antes de mostrar.
Agradecer ao Altíssimo por sua vida e a vida de todos a quem amamos. Ao meu amigo Claudio David Dangio, que me diz: escreva, escreva e escreva…