Esportes

Clubes de Argentina, Uruguai e Chile não sabem onde vão jogar


| Tempo de leitura: 1 min

Continua o impasse sobre os protocolos sanitários para a retomada da Libertadores a partir do dia 15 de setembro. O prazo final para definição dos locais dos jogos terminou na quinta-feira (20), mas como as confederações de Argentina, Chile e Uruguai pediram à Conmebol prorrogação, a entidade abriu uma brecha no regulamento e deu até a próxima terça-feira (25) para que os dirigentes desses países se pronunciassem.

Clubes que não puderem garantir a entrada e saída em seu país de times visitantes por qualquer motivo (logística, necessidade de cumprimento de quarentena obrigatória, proibição de realização de eventos, entre outros) deveriam solicitar à Conmebol até quinta-feira a alteração de estádio, cidade ou até país para disputarem seus jogos como mandante na Libertadores. Por enquanto, as partidas do torneio foram autorizadas somente por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela.

A Federação Chilena aprovou a realização dos jogos, mas, como ainda dependem das autorizações das autoridades sanitárias locais. Já os governos de Argentina e Uruguai ainda discutem com suas federações a permissão para entrada de delegações estrangeiras sem necessidade de cumprir quarentena de 14 dias. O protocolo da Conmebol prevê a permanência das equipes nos países da América do Sul por 72 horas para cada jogo a ser disputado. 

Para ajudar na logística, a Conmebol vai dar assistência financeira para voos fretados a todos os clubes. Assim, a ajuda aos times chegará a US$ 93,1 milhões (cerca de R$ 500 milhões).

Comentários

Comentários