O Estado de São Paulo assinou contrato para receber, até dezembro de 2020, 46 milhões de doses da Coronavac, desenvolvida pela chinesa Sinovac. Até 2021, devem chegar outras 14 milhões de doses, totalizando 60 milhões de unidades. As duas vacinas que estão mais perto de um registro no País, porém, devem ser aplicadas em duas doses com um intervalo de alguns dias entre elas. Isso reduz pela metade o número de pessoas que serão imunizadas com a quantidade de doses disponíveis. Segundo especialistas, os resultados dos testes de fase 3 são imprescindíveis na definição de estratégia para a imunização. "Cada vacina impõe problemas logísticos diferentes, dependendo da eficácia", diz Ivan França Júnior, médico e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP. As fases 1 e 2 de testes avaliam a segurança e a dose necessária para gerar uma resposta imune. A fase 3 é a mais extensa e comprova a capacidade que a substância tem de dar proteção contra a infecção.
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