Pronto. O último voto do ministro Celso de Mello, da semana passada, ainda pendente de confirmação pelos demais membros da Corte, longo e convincente, defendeu o depoimento presencial do presidente da República na Polícia Federal, rechaçando termo concluído encaminhado por escrito àquele órgão.
Agora só falta o STF sanar outra dúvida explicando o que deve ser entendido por coincidência e plágio quando as duas coisas surgem em teses de pós graduação, para o Senado votar bem informado no candidato a ministro do STF.