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Com Biden e vacina, Bolsa sobe 2,57% e avança mais de 10% em novembro

Estadão Conteúdo
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Engrenando a quinta sessão de ganhos consecutivos, na melhor sequência desde a virada de maio para junho, o Ibovespa mais uma vez foi de carona na celebração da vitória de Joe Biden na eleição americana, complementada nesta segunda-feira (9) pela aguardada notícia sobre a vacina da Pfizer para covid-19, que mostrou mais de 90% de eficácia na fase 3 de testes, o que pode, uma vez obtido o registro, contribuir para os EUA bloquearem a progressão fora de controle da pandemia por lá.

Assim, aproveitando convergência positiva no exterior, o índice da B3 fechou hoje no maior nível desde 6 de agosto (104.125,64), em alta nesta segunda-feira de 2,57%, aos 103.515,16 pontos, acumulando até aqui ganho de 10,18% neste começo de novembro - quase igualando o de abril, quando avançou 10,25%, vindo de tombo de 29,90% em março.

Dólar

O dólar teve dois extremos nesta segunda-feira, 9, oscilando 20 centavos entra a máxima e a mínima do pregão. Pela manhã, caiu a R$ 5,22 em meio ao otimismo com a vitória de Joe Biden nos Estados Unidos, testes positivos da vacina contra o coronavírus da Pfizer e perspectiva de atuação forte do Banco Central nesta reta final de 2020. Nos negócios da tarde, a moeda americana passou a subir, e foi a R$ 5,42 em um movimento de realização de ganhos, em meio à busca de um novo ponto de acomodação para o câmbio e volatilidade das divisas emergentes no exterior. No fechamento, o dólar à vista terminou em leve queda de 0,04%, cotado em R$ 5,3917. No mercado futuro, o dólar para dezembro fechou em alta de 038%, em R$ 5,3905.

 

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