Jaú - O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e secretario de Estado da Habitação em exercício, Fernando Marangoni, entregaram, nesta quarta-feira (11) mais 222 moradias, em Jaú (47 quilômetros de Bauru). O evento de descerramento da placa inaugural ocorreu no conjunto Cidade Alta, localizado na avenida Frei Galvão, s/nº.
O Conjunto Habitacional Cidade Alta recebeu investimentos de R$ 22,2 milhões. Desses, R$ 3,6 milhões foram aportados pela Casa Paulista, agência de fomento destinada à construção de moradias populares ligada à Secretaria de Estado da Habitação. A Caixa Econômica Federal destinou R$ 18,6 milhões.
São casas com 43,73 m² de área, dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, pisos cerâmicos em todos os cômodos e azulejos nas paredes hidráulicas. O residencial conta com medidores de água individualizados, acessibilidade e infraestrutura completa com pavimentação, paisagismo, espaço para estacionamento, quadra poliesportiva, playground, área de lazer e centro comunitário.
Outras 500 moradias do tipo passam por análises técnicas. A promessa de entrega é até o fim deste ano.
BAIXA RENDA
O ministro Rogério Marinho destacou que habitação e cidadania estão relacionadas. "Significa você ter um lar, você ter uma referência, você criar uma família. Por isso não abrimos mão desse compromisso de atacar o déficit habitacional".
Em seu discurso, Marangoni destacou a importância de garantir a casa própria para a população de baixa renda. "Tenho dito, quando entregamos moradias pelo Estado afora, que a dignidade das pessoas tem dois endereços: o endereço do seu trabalho e o da sua moradia."
Ao receber as chaves das mãos do secretário Marangoni, o casal Ana Maria Batista da Silva, 48 anos, e o pedreiro desempregado Antônio Sebastião da Silva, 53 anos, demonstrou felicidade. Eles vão morar com o filho de Gustavo, de 20 anos. "Estamos realizando o sonho da minha vida, que era ter um lar, um porto seguro para recomeçar. Não temos como agradecer e retribuir a bondade", afirmou Ana Maria, que recebe auxílio doença por causa de um AVC e esse benefício é, no momento, a única fonte de renda da família.