Brasília - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (23) que nos próximos dois anos, seguirá com agenda de reformas e privatizações.
"Vamos para o ataque. Vamos para as privatizações, para a abertura, para simplificação, reforma tributária, a reindustrialização em cima de energia barata", disse o ministro, ao participar do 3º Encontro O Brasil Quer Mais, evento virtual organizado pela International Chamber of Commerce Brazil (ICC).
Segundo ele, os três maiores gastos que o governo conseguiu controlar foram com a Previdência, juros da dívida pública e salários de servidores.
Além disso, ele citou a reforma administrativa enviada pelo governo ao Congresso Nacional. "O mais difícil foi o controle de gastos que está sendo implementado há algum tempo. Falta agora o movimento final: pacto federativo, desindexando, desvinculando, desobrigando despesas, travando essas despesas e entregando os orçamentos públicos à classe política", afirmou.
Ele afirmou que espera avançar em reformas onde há consenso político para aprovação, após passar o período de eleições municipais. "Acho que daqui até o fim do ano vamos aprovar uma pauta comum onde há acordo na Câmara, no Senado e no Poder Executivo", disse.
Outro ponto abordado foi o auxílio emergencial. O ministro garante que não será prorrogado em janeiro de 2021:"do ponto de vista do governo, não existe prorrogação", garantiu.