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Governo cobra R$ 14,8 mi de presidente eleito do Corinthians


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Desafiado a sanar pelo menos parte da dívida bilionária do Corinthians, o presidente eleito Duílio Monteiro Alves responde a uma ação de execução fiscal por infração em seu Imposto de Renda. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ingressou com o pedido em 2015 para tentar receber por divergências ocorridas em 2002. O processo está no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo.

A cobrança referente ao Imposto de Renda de pessoa física é de R$ 12.298.154,68. Além dela, o dirigente acumula outra inscrição de débito tributário, de R$ 2.567.132,65, totalizando R$ 14.865.287,33 inscritos na dívida ativa da União.

A Receita Federal autuou o cartola por considerar que a sua declaração infringiu o artigo 42 da lei 9.430/1996 - quando o contribuinte não comprova a origem de dinheiro recebida por meio de contas bancárias. No auto de infração, emitido em março de 2007, o órgão cobrava R$ 3.895.484,13. Diante do insucesso da cobrança na esfera administrativa, a PGFN ingressou com a ação, em janeiro de 2015, no valor atualizado para R$ 9.845.869,51.

Conforme consta nos autos, uma oficial de justiça afirmou ter realizado diligências por três dias entre julho e agosto de 2015, em um imóvel residencial que pertenceria ao dirigente, mas ninguém a atendeu. Na época, Duílio, que havia se desligado do cargo de diretor adjunto de futebol na gestão de Mario Gobbi (seu rival no pleito deste ano), residia nos Estados Unidos.

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