Tribuna do Leitor

Paulinho Evilázio

Aldo Wellichan
| Tempo de leitura: 1 min

Fomos vizinhos na Rua Carlos Marques, quadra onze no Bela Vista, durante duas décadas. Ele trabalhava na Cesp (Centrais Elétricas de São Paulo), eu na Ceesp (Caixa Econômica do Estado de São Paulo), Nossa Caixa Nosso Banco.

Aos finais de semana lá estávamos com mais outro grande e eterno amigo, o saudoso Ademar Jorge, indo para a AABB batermos aquela bola.

Dentro do gramado era mui educado com a bola, jamais dando chutões para cima e também nunca levando um cartão amarelo sequer do Astolfi Neto. Era um "gentleman" com a bola, com os colegas do time e, como não, com os adversários também.

Além de jogador, comandava a escolinha teen de futuros craques do clube. Pra você, meu amigo Paulinho, depois de um adeus que chocou a todos nós, lhe digo: 'Você sempre será o cara'.

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