Política

Prefeitura tem R$ 300 milhões em dívidas parceladas e roladas

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 1 min

A Secretaria de Finanças apresentou ontem a situação das dívidas consolidadas da Prefeitura de Bauru. A prefeita eleita Suéllen Rosim (Patriota) vai assumir o governo, no mês que vem, com um saldo de R$ 300 milhões a pagar, em acordos parcelados. Todos os débitos são de governos anteriores ao atual, do prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSDB), que seguiu pagando as parcelas.

Em entrevista, Gazzetta frisou que não criou novas dívidas em seu mandato. O valor total parcelado é de R$ 299,8 milhões. A maior delas é a dívida federalizada, de R$ 159,8 milhões, e que vai até 2029. Depois, vem a dívida com a Funprev, de R$ 54,9 milhões, até 2027, e o empréstimo do PAC Asfalto, de R$ 38,7 milhões, até 2037. Outros débitos são com o DAE, Emdurb e Pasep.

Em relação aos precatórios, que são dívidas já determinadas pela Justiça com trânsito em julgado, a previsão para 2021 é de R$ 8,7 milhões. A prefeitura terá ainda que pagar R$ 8 milhões da terceira parcela do acordo da 'floresta urbana' - os dois primeiros foram pagos em 2019 e 2021. A última parcela ficou para 2022. Já o precatório da LCN, na Área de Proteção Ambiental (APA) do Água Parada, na região do Núcleo Gasparini, está suspensa por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), e por enquanto não deve criar despesa para o ano que vem ao município.

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