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Problemas em calçadas persistem

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

Diversas calçadas irregulares sob responsabilidade do poder público ou de munícipes seguem sem solução em Bauru. A lei específica sobre o tema, que completará dois anos em vigor em fevereiro, ainda não destravou o problema de mobilidade urbana dos pedestres. O Jornal da Cidade voltou a receber reclamações de leitores em diferentes endereços. São pontos com desníveis, buracos, falta de acessos e sem padrão algum.

No Jardim Araruna, por exemplo, em frente ao Estádio Edmundo Coube, no cruzamento das ruas Manoel Theóphilo Pinto Ribeiro com a Danilo Campana, há uma erosão na calçada que vai desde o distrital até a via pública. Morador do bairro, o aposentado Wagner Diorio critica o fato deste problema persistir há mais de uma semana. "Em dia de chuva forte, as enxurradas vêm todas para este ponto. Já tinha que ter sido arrumado. Para passar por este ponto, as pessoas precisam desviar e ir para a rua, correndo o risco de serem atropeladas", reclama.

A disputa de espaço entre pedestres e automóveis também está presente no Parque Vitória Régia, no lado próximo à rua Henrique Savi. Sem acessibilidade de rampas, até mesmo quem não tem dificuldade de locomoção pode tropeçar e cair. A calçada "esbarra" e acaba no recuo de estacionamento na via.

Na quadra 44 da avenida Nações Unidas, região do Sambódromo, trecho em que há um córrego do lado direito de quem sobe sentido Centro-Bairro, há uma defensa metálica e a calçada não tem complemento no miolo do quarteirão.

Pela Vila Aviação, o bairro está crescendo, condomínios verticais estão sendo erguidos, mas calçadas estão longe do ideal. Nas poucas quadras que têm, o passeio público está coberto por mato alto ou pedras que impedem a passagem adequada. Um ponto problemático é o cruzamento da rua das Festas com a Severino Lins, onde restos de construção civil também caem até sobre o meio fio.

Outras calçadas que seguem irregulares estão nas ruas Jorge Pimentel e Padre Francisco Van Der Maas, Vila Engler; José Gonçalves e Pedro Giraldi, Pq. Jaraguá; Coronel Alves Seabra e Adorna Riffiani Aronne, Jardim Progresso; e a avenida José Vicente Aiello, um dos pontos mais críticos e que resulta, inclusive, em alagamento.

 

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