Nova York - O Departamento de Polícia de Seattle, nos Estados Unidos, anunciou na madrugada deste sábado (9) ter colocado dois agentes em licença administrativa enquanto investiga a participação deles na invasão do Congresso americano.
Em um comunicado, a força de segurança defende todas as demonstrações legais da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que garante livre discurso, mas condena "a multidão violenta" e os eventos que resultaram na morte de um policial e quatro civis.
Duas mulheres e três homens, perderam suas vidas em um dia que entrou para a história como palco de um dos maiores ataques à democracia americana.
A primeira confirmação foi a morte de Ashli Babbitt, veterana da Força Aérea americana e apoiadora fervorosa do presidente Donald Trump.
O policial Brian Sicknick, que trabalhava no Legislativo americano desde 2008 morreu ao "se envolver fisicamente com os manifestantes".
Os demais foram Benjamin Phillips, 50 anos que transportou apoiadores para a marcha e Kevin Greeson, 55, de Athens, no Alabama, que sofreu um ataque cardíaco enquanto estava em Washington.