Nesta segunda-feira (1), representantes de bares, restaurantes, conveniências, SOS bebidas, músicos e produtores de eventos protestaram, por meio de carreata com trio elétrico, contra o fechamento das atividades ao público.
A manifestação também tinha como mote o apoio à prefeita Suéllen Rosim e ao promotor Enilson Komono, que já se manifestaram contrários à fase vermelha do Plano São Paulo e cobram mais leitos de internação para a cidade.
A carreata teve concentração no Vitória Régia e percorreu avenidas como a Nações Unidas, Octávio Pinheiro Brisolla e Duque de Caxias. O ato também circulou por ruas do Centro e terminou em frente à prefeitura.
Suéllen Rosim não desceu no protesto, mas acenou do alto prédio para os participantes. Alguns manifestantes levavam bandeiras do Brasil. No trio elétrico, frases contra o governador João Doria foram proferidas.
Produtora de eventos, Vanessa Grego conta que está há nove meses parada em razão da pandemia e que conseguiu uma oportunidade de recolocação em um restaurante que funcionava como bar à noite. "Mas o setor também parou por não ser essencial. E trabalhar com entregas não tem compensado para quase ninguém. Está difícil demais, precisamos voltar ao trabalho. A maioria dos estabelecimentos vive de aluguel e muitos não irão suportar esse segundo fechamento", afirma.
A comerciante diz que o ato desta segunda-feira reuniu aproximadamente 700 pessoas.