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O Planeta dos meus sonhos

Nelson Coimbra
| Tempo de leitura: 2 min

Era uma vez um planeta azul. Azul por causa do oxigênio puro constituído pela natureza intocável desde a criação ou formação desse maravilhoso planeta. Havia nesse planeta rios limpíssimos, lagos de águas puras, cristalinas e transparentes. A vegetação exuberante e colorida produzia de tudo. Os animais viviam em perfeita e coletiva paz entre eles, cada um na sua região. Se havia ser humano? Havia, sim! Esse planeta era bem povoado. Havia muitos países nesse planeta e cada um tinha lá suas leis, seus limites e seus reis.

Se cada país produzia tudo o que precisava? Não! Cada país produzia conforme sua natureza permitia. Se cada país tinha sua moeda própria? Não! A moeda era única e tinha o mesmo valor em todas as nações, um comprava do outro o que necessitava e que não era produzido pelo seu país.

Se havia fome? Não! Não havia desigualdade social no planeta nem preconceito algum! Todos se ajudavam mutuamente e não faltava nada a ninguém. Todos obedeciam ao seu rei que era também o conselheiro, o orientador, e o incentivador do povo, para que o criador de todas as coisas fosse louvado acima se tudo. Se havia indústria bélica?

Não! Não havia. Todo o planeta vivia na mais perfeita paz. Por isso não havia necessidade de armas, todos se amavam nesse planeta e não havia nem se ouvia falar de ódio e egoísmo.

A educação e a família? A educação nos países desse planeta era globalizada com um sistema único de ensino, onde a Bíblia era o principal livro escolar em todas as séries, inclusive nas faculdades e universidades. Para começar, a lei de Deus (o mais antigo e mais perfeito manual de aperfeiçoamento espiritual), era obrigatória como matéria escolar em todas as séries, visto que: aquele que ama a Deus e guarda os seus mandamentos, também guardará as leis da sua pátria e nunca criará problemas com as autoridades sejam militares civis ou jurídicas. Assim, pais e filhos viviam em amor atinente e Deus que era louvado em todos os lares, através de cultos familiares, pois o verdadeiro significado de religião é religação do homem a Deus. Está escrito: Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor... (Salmo 33:12). Assim, todo aquele planeta era bem-aventurado, pois que o Senhor era o Deus de todos.

O autor é da Academia Bauruense de Letras.

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