Vejo uma quantidade de notícias sobre o DAE-Bauru, mas ninguém toca na ferida. Queria perguntar aos dirigentes do DAE e, por conseguinte, à prefeita Suellén, se não seria melhor mudar os paradigmas sobre como fazer as coisas.
Exemplo: lei de licitação.
Pelo que eu saiba, tem que ser o melhor preço, mas melhor preço de um produto de qualidade, não adiante comprar tubos e conexões mais baratos e estes não atenderem às especificações. A qualidade destes produtos utilizados pelo DAE é de quinta categoria, assim como colas e outros materiais.
O mesmo se dá com a insistência de que tem que perfurar mais poços. Acredito que o que precisa é de mais reservação de água, e eliminar vazamentos. Se o DAE fizer a troca das tubulações por uma de qualidade, não vai ter problemas com vazamentos e vai sobrar água com a produção que já existe.
O vazamento de água não é só o desperdício do produto, envolve custos na produção, produtos químicos utilizados para esta produção, despesas com consertos desnecessários e na grande maioria das vezes o retorno para refazer o serviço.
Pensem em colocar na licitação as características dos produtos aprovados pelo INMETRO e ABNT. Façam testes dos produtos no recebimento dos mesmos, e se não atender às normas legais, devolvam.