Tenho um sobrado situado na rua Semi Gebara (altura da quadra 6 da Av. N. Sra de Fátima), em Bauru. Esse problema já é recorrente e não tenho mais a quem recorrer, a não ser ao Ministério Público, para que tome uma providência definitiva a respeito.
O nosso querido DAE de Bauru já vem há muito tempo não cumprindo com o seu papel que é o fornecimento de água. E, ultimamente, quando chega um pouco de água, a mesma não tem força suficiente para encher as caixas de água. Pois bem: feita a reclamação várias e inúmeras vezes ao DAE, sem obter nenhum resultado , por último foram até o local, quebraram a minha calçada e abriram a rua que, aliás, está até hoje sem ser consertada.
E disseram que o problema de falta de pressão era interno. Pois bem, fiz todo trabalho interno de verificação e nada foi encontrado, inclusive troquei o cavalete que dá acesso à residência, gastando um dinheiro desnecessário. Pois o DAE voltou e constatou que o problema era deles, e não meu. Por último, estavam se negando a fornecer caminhão-pipa, pois alegaram que a responsabilidade era minha pela falta de água e não deles.
Já conversei com o diretor do DAE, com a Ouvidoria da prefeitura e ninguém dá uma solução para o caso. Partindo do princípio que todos nós pagamos para consumir água, senão nos cortam o fornecimento, pergunto: onde está o dinheiro arrecadado que seria para melhorias na rede pública de água?
Peço ao Ministério Público para que faça uma auditoria junto a essa empresa, para verificar aonde foi gasto o dinheiro arrecadado.
O autor é colaborador de Opinião.