Regional

Tradicional Festival da Música Raiz de Pardinho será neste final de semana

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Pardinho - Neste fim de semana, Pardinho (120 quilômetros de Bauru) será palco da 12ª edição do Festival da Música Raiz de Pardinho (Fesmurp). Em razão da pandemia da Covid-19, pela primeira vez, esse evento será realizado em ambiente virtual, seguindo orientações das autoridades da saúde, com transmissões pelo canal do YouTube e pelo Facebook "Casa dos Caipiras".

O Festival começa nesta sexta-feira (16), às 19h, e inclui também exibição de documentário e oficinas. No total, 20 duplas foram classificadas para disputar premiação em dinheiro nos valores de R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2° lugar), R$ 2 mil (3° lugar) e R$ 1 mil (4°, 5º e 6º lugares).

Na sexta, dez duplas irão mostrar seu trabalho ao público das 19h50 às 20h30. No sábado (17), as apresentações prosseguem com as outras dez duplas, das 19h45 às 20h25. Nos dois dias, estão programados shows com cantores de renome antes e após as exibições.

No domingo (18), a agenda do Fesmurp começa mais cedo, às 10h. As seis duplas finalistas irão se apresentar das 19h30 às 20h. Às 21h, será divulgada a dupla campeã. Quem tiver o vídeo com mais curtidas no Youtube da Casa dos Caipiras receberá prêmio de R$ 1 mil.

O Fesmurp

O Fesmurp é considerado um dos mais importantes eventos de difusão e valorização da música sertaneja raiz e da cultura caipira no Brasil. Por meio dele, compositores e duplas sertanejas de diferentes regiões do país têm oportunidade de apresentar seu trabalho ao público.

Nesta edição, o Festival comemora o centenário do inesquecível cantor Tinoco, que morreu em 2012, aos 91 anos. Pelos palcos do evento, já passaram grandes nomes da música caipira, como Inezita Barroso, Pedro Bento e Zé da Estrada e Lourenço e Lourival, entre outros. O 12º Festival da Música Raiz de Pardinho é realizado pelo Ministério do Turismo e Secretaria Especial de Cultura e Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e conta com produção da Casa dos Caipiras e apoio do Instituto Jatobás e Centro Max Feffer.

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