Rio de Janeiro - A faxineira Leila Rosângela de Souza Mattos, que trabalhou na casa de Henry Borel, de 4 anos, morto em 8 de março no Rio, contou à polícia ter visto o menino "com cara de apavorado" após ficar trancado no quarto por dez minutos com o padrasto, o médico e vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr Jairinho. Ela disse também que a mãe de Henry e namorada de Jairinho, a professora Monique Medeiros contou a ela em fevereiro que o filho havia tido "um surto" com o padrasto. O político e Monique estão presos temporariamente em inquérito que apura a morte do menino.
Rose trabalhava no apartamento em que moravam Dr. Jairinho, Monique e Henry. Em seu primeiro depoimento, em 24 de março, Rose havia contado à polícia outra versão.