Não sou adepto de um regime totalitário, onde um déspota e sua família gozam de todas as regaliasm apoiados pelo grupo de militares que controla a força de segurança.
Mais que despotismo que se aplica nessa nossa república federativa coberta por uma "democracia", onde seus dirigentes, parlamentares e magistrado praticam os maiores despotismos.
Em contrapartida, o presidente de uma instituição parlamentar reajustou o plano de saúde em 270%, de R$ 50 mil para R$ 135 mil, pagos com nossos impostos. Sendo que seus altos salários poderiam pagar pelo melhores especialistas do país.
Dinheiro esse que sustentaria mais ou menos 1.000 famílias carentes mensalmente.
Demoraram 3 meses para votar um auxílio emergencial de R$ 150,00 que, dependendo da região, não dá para comprar uma cesta básica, custando em média em Bauru R$ 130,00.
Em contrapartida, uma semi-estatal que monopoliza a produção e a distribuição de combustível reajustou seus preços em 46% em 4 meses, em benefício de seus acionistas que já estão atolados de dinheiro até o pescoço. Que não querem perder uma pequena parcela do seu capital investido.
Mas não percebem que estão onerando o transporte de alimentos, medicamentos, serviço e gás de cozinha para a população em geral.