Cultura

A biodiversidade como riqueza para os povos


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Partindo da ideia de que o Brasil é um país que ocupa lugar de destaque no grupo de países megadiversos no planeta, os indígenas prezam por manter a floresta em pé e cultivar suas roças valorizando a diversidade - na contramão dos latifúndios monocultores que desmatam extensas áreas.

Por meio de uma ação em rede, o Sesc Bauru apresenta, nesta terça-feira (27), às 19h30, um bate-papo sobre a biodiversidade como riqueza para os povos da floresta, com a participação de Ângela Mendes, ambientalista e presidente do Comitê Chico Mendes, Dário Vitório Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara Associação Yanoamami (HAY) e Nêgo Bispo, morador do Quilombo do Saco-Curtume (São João do Piauí/PI), poeta, escritor e professor. Mediação do Instituto Socioambiental (ISA).

Todo Sesc pretende, nesta edição do "Abril Indígena", propiciar o contato do público com a alteridade e a diversidade relativas a diferentes povos, assim como evidenciar o protagonismo dos indígenas enquanto ativos cidadãos brasileiros. O encontro é um convite para a escuta de outras leituras de mundo por meio das narrativas e cosmovisões de alguns povos e comunidades tradicionais brasileiras.

SERVIÇO

Bate-papo "A biodiversidade como riqueza para os povos da floresta" será nesta terça-feira (27), às 19h30, no canal do Sesc Bauru no: youtube.com/sescbauruoficial

 

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