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Com pouco dinheiro, Santos usa criatividade em renovações


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Com pouco dinheiro, o Santos usa a "criatividade" para antecipar cenários e renovar contratos do elenco profissional. Nesta semana, o clube renovou com Jhonnathan, Lucas Braga e Gabriel Pirani. Todos até 2026, sem luvas (prêmio pela assinatura do acordo) e comissão para empresários.

Como Jhonnathan ainda é do sub-23, o Alvinegro seguiu seu modelo de remuneração e não teve tantas dificuldades. Os titulares Braga e Pirani foram "exceções". O Santos aceitou reajustar o salário, mas em contrapartida da ausência de luvas e comissão deixou parte dos direitos econômicos para os atletas. Essa é uma forma de recompensar jogador e empresário pelo contrato longo, sem comprometer o caixa.

Outra forma de convencer os jogadores é premiá-los pelas participações em campo. Os que mais atuarem receberão um valor ao final da temporada.

Na base, a ideia é assinar o primeiro contrato profissional aos 16 anos e conceder promoções a cada aniversário até a maioridade. O Santos tem se preocupado para negociar renovações antes do último ano do vínculo, casos de Pirani e Braga.

Na renovações pendentes, o caso mais urgente é o de Kaio Jorge. O atacante tem contrato até 31 de dezembro e deseja ir para o futebol europeu. A saída para o Santos é discutir com familiares e empresários uma multa rescisória acessível para o mercado internacional. Os agentes querem, no máximo, 30 milhões de euros (R$ 196 mi).

Outra situação é a de Carlos Sánchez, que tem mais dois meses de contrato e a negociação estagnou pois ele não aceitou um acordo por produtividade. E com um mês a mais de contrato, Jonathan Copete não deve renovar. Há conversas com Sandry e Vinicius Balieiro.

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