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Sambista Nelson Sargento morre aos 96 anos

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

Nelson Sargento morava no Salgueiro e, aos 10 anos, desfilou numa escola de samba do morro, a Azul e Branco. Ou seja, não fossem as reviravoltas que a vida dá, sua história teria tido cores bastante diferentes. O enredo começou a mudar quando ele tinha 12 anos e se mudou para outro morro da zona norte do Rio.

Sambista foi mais uma vítima da Covid

Sargento, que atualmente era uma das figuras mais representativas da Estação Primeira de Mangueira, morreu na manhã desta quinta (27), aos 96 anos, segundo comunicou sua assessoria de imprensa  - ele estava internado com Covid desde a sexta (21).  O sambista estava internado no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Ele tratava de um câncer desde 2005, quando foi descoberto um tumor na próstata. Nelson já tinha tomado as duas doses da vacina contra o coronavírus, a última em 26 de fevereiro.

Personalidades lamentam a morte 

Zeca Pagodinho compartilhou um vídeo no Instagram e afirmou que o sambista contribui muito para a música brasileira. Neguinho da Beija Flor publicou uma foto ao lado de Sargento e escreveu: "O samba perde mais um grande nome!" Marcelo D2 lembrou de quando teve a oportunidade de dividir o palco com Nelson, a quem chamou de "arquiteto da música brasileira". Diogo Nogueira também deixou uma mensagem de afeto, assim como Dudu Nobre, o ex-presidente Lula, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e outras personalidades. 

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