Na fatia, considerada pelo governo Biden como "países que estão passando por surtos, em crise e outros parceiros e vizinhos", estão também Canadá, Coreia do Sul, territórios palestinos, Ucrânia, Kosovo, Haiti, Iraque, Iêmen e funcionários da linha de frente da ONU. "Não estamos compartilhando doses para receber favores ou concessões [...] estamos compartilhando para salvar vidas", disse Joe Biden, em comunicado. O restante das doses - 55 milhões - seguirá o mesmo padrão da primeira parte do plano de distribuição: 75% via Covax e 25% de compartilhamento direto com países vizinhos e parceiros. Após o anúncio, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, disse que a situação do Brasil "é de partir o coração", mas não respondeu por que o país não está entre os que vão receber as doses diretamente. Ele também afirmou não saber quantas doses vêm para o Brasil, explicando que os EUA negociaram o envio via Covax por região, sem discutir a quantidade específica por país.
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