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Vitórias não iludem Diniz, que quer ataque 'matador'


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Gabriel Pirani foi substituído diante do Cianorte por falhar nas finalizações. Kaio Jorge e Marcos Guilherme também saíram antes do apito final depois de perderem chances claras, mas o segundo fez seu gol. Apesar dos três jogos com vitórias seguidas, o técnico Fernando Diniz ainda não está satisfeito com o desempenho ofensivo e quer um Santos mais "matador" para sofrer menos nos jogos.

Contra o Cianorte, na terça-feira (8), após abrir o marcador, o Santos se acomodou em campo e, mesmo assim, ainda construiu chances de ampliar antes do intervalo. Diniz, louco da vida com os erros na cara do goleiro, passou o jogo berrando "calma" e "capricho". Com motivos.

Diante do Ceará, no sábado (4), após 1 a 0 e chances perdidas, sofreu o empate e viu o jogo complicar. Conseguiu buscar a vitória. O treinador quer precisão nas finalizações pois sabe que os erros, em fases mais decisivas e contra rivais mais poderosos, podem ser fatais.

Diniz mostra satisfação com o espírito de luta de seus atacantes e faz somente a ressalva do capricho na hora de balançar as redes. Marcos Guilherme, que fez seu primeiro gol, e disputa posição com Lucas Braga, machucado, foi elogiado pela ajuda na composição das jogadas. 

"(Marcos Guilherme) Vai ajudar e está ajudando. Hoje (terça), foi decisivo pela condição técnica, mas ajuda de forma sistemática na parte tática. Lucas Braga da mesma forma. Ganhou mais protagonismo com a minha chegada, aprende a flutuar mais em campo e podem jogar juntos com toda certeza." Com a renovação de Carlos Sánchez e os muitos elogios a Jean Mota, pode sobrar para Pirani e Kaio Jorge, os "meninos" que andam com a pontaria descalibrada. Marinho é intocável.

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