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Caboclo: compra de avião foi 'planejada'

Estadão Conteúdo
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Afastado de suas funções desde o dia 6 de junho, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, se pronunciou nesta segunda (21) sobre a aquisição de um jato por US$ 14 milhões (R$ 71,7 milhões na cotação atual) para a entidade. Paga à vista, a compra foi realizada no mesmo dia em que uma funcionária formalizou denúncia de assédio sexual e moral contra ele. Por meio de nota divulgada ontem, Caboclo diz que a decisão de compra foi "planejada por diversos meses" e teve como objetivo "atualizar o patrimônio" da entidade", além de ter sido feita em "condições vantajosas".

O mandatário também ressaltou que a transação foi realizada com a anuência da diretoria financeira e jurídica da CBF - tendo sido orientado a fazer a compra de forma "imediata" -, e antes das denúncias de assédio.

Atualmente, a CBF possui um jato particular (um Citation, de 12 lugares) que é utilizado para deslocamentos da cúpula da confederação - em especial, do presidente Rogério Caboclo. Segundo bastidores, a compra não havia sido discutida com a diretoria, que tentou se desfazer do negócio por entender ser mais uma "herança maldita" da atual gestão.

 

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